mudança

Então, o Barretinho aqui fala muito sobre ação…

Sobre mudança…

Sobre dar o primeiro passo…

Porém quando é com ele…como fica?

Com medooooo!!!

Ansioso!!!

Borboletas no estômago!!!
Pois é, pimento nos olhos dos outros é refresco…

Sair da zona de conforto?

Super importante…

Mas nada fácil!

Passando por esse momento, percebo que a ansiedade consome muita energia.

Ela nos desgasta de forma muito mais forte do que um trabalho pesado.

E deve ser por isso que muitos param por aqui.

Realmente quando concentramos no ônus da mudança, a coisa fica um tanto quanto insustentável.

Porém, eu resolvi mudar o foco da minha energia.

Ao invés de pensar no ônus da mudança, foquei meus pensamentos no bônus da mesma.

No resultado maravilhoso que deve decorrer dela, se meus objetivos forem conquistados.

Quando penso nisso, consigo sentir o sangue correr pelas minhas veias com uma vitalidade, com uma força que modifica todo o meu corpo e claro, meus pensamentos.

É um ciclo instantâneo: nosso corpo “murcha” quando pensamos no que pode não dar certo e cada vez mais se definha.

Porém, basta você lembrar o que deverá acontecer após você vencer essa etapa e seu corpo se realinha, devolvendo a sua mente mais pensamentos benéficos, o que leva a seu corpo mais energia e vitalidade.
Certa vez. alguém me disse (ou li em um livro, não me lembro agora) que nossas vidas são retas semiparalelas.

Falava-se que em algum momento, estamos praticamente todos iguais na evolução.

Basta você mudar sua reta em um grau hoje, que ao longo dos anos será uma distância enorme de quem não de moveu.

Depois fica difícil alcançar…

Sabe aquela história:

Todo mundo quer tirar foto com você no pódio, mas quem está disposto a levantar cedo e treinar com você?

Aliás, você está disposto a agir agora para colher o resultado a médio, longo prazo?

Na teoria todos (ou quase todos) falam que sim, mas na prática, todos (aqui sem quase mesmo) sentem aquele frio na barriga e apenas alguns continuam.

Mas como dizia Mahatma Gandhi:

“Se queremos progredir, não devemos repetir a história. Mas fazer uma história nova…”

Então..

Vamos que vamos?

Rafael Barrêto

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