maneira de pensar

Já falei que adorei o Livro SUMO de Paul McGee né? Que bom, só para constar. E também para não ser processado por fazer um texto de cada capítulo desse livro.

Então falaremos sobre refletir o que pensamos. E trabalhar para desenvolver pensamentos que nos tragam resultados positivos. Paul diz: Desenvolva pensamentos que dão frutos!

Todos nós temos dentro de nossa cabeça o que chamamos de diálogo interno. É aquela vozinha dentro da sua cabeça que pode ser sua parceira, ou uma grande encrenca em sua vida, ou seja, essa voz é importante. O que precisamos entender é que nós também somos e podemos trabalhar para usar essa voz ao nosso favor. Nesse momento McGee nos traz o modelo PEAR que seria:

Tudo começa com o pensamento. Se você tem um pensamento que vai errar em uma determinada tarefa, sua emoção é de insegurança. Com pensamentos e emoções jogando contra, é provável que você não aja da melhor maneira. Sendo assim seu resultado não será dos melhores, confirmando seu pensamento. Assim o ciclo se repete.

Porém se você produz pensamentos positivos, suas emoções, ações e resultados também o serão. No mesmo exemplo acima, se você acredita que é capaz de realizar o que está sob sua responsabilidade, sua emoção é de segurança, agirá de acordo e colhera os frutos por ter pensado positivamente lá no começo. Um pensamento explicita bem isso:

  • Se você pensar que não consegue, não conseguirá. Se pensa que consegue, conseguirá. Em qualquer uma das duas maneiras, o seu pensamento estará certo. De que forma você prefere pensar?

 

Que legal, mais um texto de autoajuda, mas se fosse fácil todo mundo sairia cantarolando por aí não é verdade? Então o que falta?

Primeiro entender o que influencia o seu pensamento, aqui vão alguns fatores:

  1. Seu passado influência seu modo de pensar;
  2. Suas experiências passadas influenciam seu pensamento;
  3. A empresa onde você trabalha influencia seu pensamento. Isso faz parte do que chamamos de cultura;
  4. Os meios de comunicação influenciam o seu pensamento. Me recordo que quando eu assistia jornal todos os dias, eu era muito mais mal-humorado. Meio que óbvio, você conhece algum jornal com notícias boas? Geralmente é só desgraça. Faz um teste, pare de assistir por uns dias e veja como está o seu humor.

Depois que entender quais são os influenciadores, identificamos os tipos de pensamentos ruins, McGee chama de pensamentos tortos:

  1. A autocrítica: Sua voz interior sempre destacando suas fraquezas e minando sua confiança
  2. Disco quebrado: Quando ficamos preso a um pensamento, repetindo sempre a mesma coisa.
  3. Síndrome de mártir: Quando você acredita que precisa se sacrificar demais. Repetindo frases como “não mereço ser feliz” ou “me sacrifico por eles o tempo todo”
  4. Foco em detalhes insignificantes: Paul fala que outra forma de nomear esse tipo de pensamento é “fazer tempestade em copo d’água”

Agora que temos todo esse conhecimento, precisamos analisar o que acontece conosco. O que te influencia? Quais são os tipos de pensamentos tortos que você tem? No meu caso é a autocrítica. O pensamentinho safado, as vezes consegue me atrapalhar.



Bom, depois dessa análise, o que você fará para resolver a questão? Alguns passos básicos:

  • Desligue o piloto automático do pensamento, controle esse cara
  • Eliminar os influenciadores que não trazem pensamentos positivos. (no meu caso, um deles foi o jornal)
  • Silencie a autocrítica e comece a ouvir o seu treinador interno
  • Pare de remoer os problemas. Você ri 3 vezes da mesma piada? E por que sofre 3 vezes com o mesmo problema? Tome atitudes.
  • Não se faça de Mártir nem de vítima. Controle a sua própria vida
  • Não se preocupe com coisas triviais. Foque no essencial
  • Seja mais racional.

 

Ufa, quanta coisa, mas vale a pena ter um pensamento mais positivo não?

Então…

Vamos que vamos

 

Rafael Barrêto.