Empreendedorismo

Falar de empreendedorismo parece modinha, né? E Empreendedorismo Feminino, então?

No cenário atual, o empreendedorismo está pulsando!

Na década de 70, as mulheres saíram de casa para entrar no mercado de trabalho em massa. Agora, elas estão saindo do mercado de trabalho para voltar para casa.

Mas não é voltar para casa só para lavar, passar, cozinhar, cuidar dos filhos e do marido.

Antes que você reaja, não há nenhum demérito nesta escolha. Pelo contrário, a mulher, e todo ser humano, pode fazer o que quiser.

No V Fórum Empreendedoras – “Tecnologia e Inovação para Mulheres Empreendedoras”, organizado pela Rede Mulher Empreendedora, (http://redemulherempreendedora.com.br/), realizado em São Paulo, no dia 22 de setembro, foi apresentada uma prévia dos resultados da pesquisa desenvolvida pela Rede.

Segundo o estudo, um dos motivos que fazem a mulher “voltar para casa” e empreender é: fazer o que gosta e ter flexibilidade de horário.

Dentre as mulheres pesquisadas, 80% tem curso superior, 44% são chefes de família e 43% passou a empreender após ter filhos.

Elas demonstram um olhar otimista e estão certas que podem construir uma sociedade melhor, pois encaram as dificuldades e sentem até, que seus negócios não estão sujeitos a imprevistos.

Opa, pera ai!!!

Olha que tamanha é a força otimista delas.

Em um bate papo com a Cris Junqueira – Co-Founder da “Nubank”, ficou claro que muitas são as escolhas que precisam ser feitas por essas mulheres e elas devem ser feitas sem sofrimento.

O “NuBank”, por exemplo, foi lançado no mesmo dia que a Cris dava à luz a sua filha e ela tinha feito uma escolha consciente.

Quando a mulher decide deixar sua carreira para empreender, deve ter consciência das dificuldades e dos desafios que a esperam, e principalmente, do que as motivam no empreendedorismo.



Foram discutidas as situações de racismo, da necessidade de repensar o espaço urbano e de como estamos utilizando as redes sociais para nos comunicar.

No debate, “Elas fazem e acontecem”, com Semayat Oliveira do blog “Nós, Mulheres da Periferia” e Juliana de Faria do  “Think Olga”, a discussão mostrou que a criação de movimentos de empoderamento tem ganhado força nas redes e tem feito a diferença para as mulheres mostrarem o seu poder. Quando juntas, se ajudam e se apoiam.

Outras três feras do empreendedorismo feminino, que construíram grandes empresas, Sonia Hess da “Lide Mulher”, Luiza Helena Trajano do “Magazine Luiza” e Chieko Aoki do “Blue Tree Hotel”, mediadas pela Organizadora do evento Ana Fontes, da Rede Mulher Empreendedora, falaram sobre o “Sucesso no feminino. Venci! Como posso ajudar?”

Ao contarem um pouquinho de suas histórias, mostraram que o caminho é árduo, mas o desfrutar é gratificante, quando buscamos a perfeição no que fazemos com amor, quando colocamos sentimento e emoção em nosso trabalho.

Empreender não é nada fácil e nem simples. O empreendedorismo requer altas doses de dedicação, coragem e responsabilidade para enfrentar os desafios a serem superados. A administração do negócio exige controles financeiros, habilidades em lidar com pessoas, formar times e criar estratégias. Empreender requer aprendizado, pois sucesso não é sorte.

Se você está neste momento, empreendendo ou desejando empreender, busque capacitação, prepare-se para ganhar dinheiro. Capacitação e mentoria ajudam a tornar os negócios promissores e gerar resultados.

Nem adianta dizer que é caro, porque tem muita opção gratuita e de extrema qualidade.

Só precisa de determinação e entusiasmo para arregaçar as mangas e agir.

Afinal, como disse a Luiza Trajano, a sorte só aparece para quem está em movimento. E aí?

Vamos que Vamos?

 

Material complementar:

http://redemulherempreendedora.com.br/

http://consuladodamulher.org.br/

http://www.10000mulheres.com.br/home

 

Clarice Cipoleta