Estar bem apresentável, ser educado, gentil, sempre disposto a auxiliar quem precisa são pontos fortes de quem usa o marketing pessoal a seu favor. O difícil é reconhecer onde termina o marketing pessoal e inicia o processo de transformação no puxa saco da foto nesse post.

Existe uma linha muito tênue entre o agradável e o forçado. Em minha concepção existem duas formas erradas de lidar com o tema. A primeira é justamente trabalhar com a única intenção de agradar o chefe, seja de forma profissional ou pessoal. (sim, muitos empregados trabalham mais em prol da vida pessoal do chefe do que na própria função a qual foram contratados). Logicamente o indivíduo faz isso, não porque tem amor a seu superior e sim porque espera algo em troca. A segunda forma (e pode não parecer, mas é a mais perigosa), é o julgamento errôneo de outras pessoas, tachando um bom profissional de puxa saco, devido suas atitudes. Esse profissional pode apenas esta fazendo um belíssimo marketing pessoal. Isso mesmo, entregando mais que o chefe pede? Qual o problema nisso? Isso se chama encantar ao cliente. Sendo gentil e agradável? Isso se chama educação.



Quando um vendedor lhe dá toda a atenção para que você seja bem atendido, você se sente bem ou acha ele um aproveitador? Então porque que com seu chefe seria diferente?

Entregando apenas o que nos é solicitado, mantemos o que conquistamos até hoje, mas a matemática é bem simples, para recebermos algo a mais, temos que fazer algo a mais. Se pensarmos mercadologicamente, dentro de uma organização, seu colega de trabalho, também é seu concorrente, cabe a você entregar um melhor “produto” a seu cliente, nesse caso, ao seu chefe. Sendo assim, devemos parar de julgar os demais e trabalhar em nosso marketing pessoal, que tal a partir de amanha, com um gentil e agradável bom dia a todos?

Bom, escrevo isso mas sei que é algo que eu mesmo preciso trabalhar. Gentileza não é exatamente o meu forte. Bom, vamos que vamos!

Rafael Mateús Barrêto.