Olímpiadas

Fim das Olímpiadas…

E logo tem mais coisa boa por aí. Que venham os Jogos Paralímpicos!

Antes de mais nada, tenho que fazer a meia culpa aqui. Eu não sou uma pessoa que entende muito de esportes. Sinceramente, não me ligo muito nisso.

Ah, também fui bem contrário às Olimpíadas aqui. Achei desperdício de dinheiro, pois acreditava que não era o momento para isso ser feito aqui no Brasil.

Depois veio o lance da tocha…
Pensei até em sair correndo para apagá-la! Até mesmo questionei o que fulano de tal, que nem par ou ímpar joga, estava fazendo carregando a tal da tocha.

Mas aí a coisa foi se transformando, né?Uma linda abertura… (tudo bem que só assisti os melhores momentos). Momentos esses, de garra dos brasileiros e novos ídolos para o nosso povo.

Eu não conhecia Robson Conceição, Rafaela Silva, Thiago Braz, Isaquias Queiroz e os demais medalhistas. Não é por isso que não fiquei feliz quando venceram. Também me entristeci com as eliminações de outros guerreiros pelo caminho, como Fabiana Murer e nosso time de vôlei feminino. Pois é, não é fui mordido pelo tal do espírito olímpico?
Logo me vi nessa mesma empolgação que todo os outros brasileiros.



No fim, como sempre, somos aqueles que deixam para preparar a festa em cima da hora. Aos 45 minutos do segundo tempo, corremos que nem malucos para organizar tudo. Mas, antes de ter um infarto, percebemos que conseguimos, fazer um espetáculo lindo mais uma vez. E nós brasileiros, mesmo sabendo que tem muita coisa errada (uma coisa é diferente da outra, ok?), pudemos apreciar uma linda festa e de novo, contagiar a todos com o nosso carinho e com o nosso amor. E com nosso misticismo também pelo que alguns gringos falaram por aí.

Eu discordo quando dizem que o pior do Brasil é o brasileiro. Arriscaria justamente ao contrário. O melhor que existe nesse país é cada um de nós.

Agora é torcer por esses super heróis chamados atletas paralímpicos!

E por fim, assim que a Paralimpíadas acabar, é hora de organizarmos tudo para que a casa seja limpa. Já passou da hora de eliminarmos palavras e atos do cotidiano como corrupção e desemprego. Trabalhemos para que a economia retome a seus bons dia e que cada vez mais, possamos fazer festas como essa.

É isso. Vamos Que Vamos.

Rafael Barrêto.